Hunter Witches RPG Brasil
Bem Vindo!

Em um mundo aonde uma profecia previu o nascimento de dois gêmeos cujo se confrontariam pelo poder do maior mago existente na história, o planeta terra fora atingido por um feitiço feito por um deles assim ativando poderes ocultos em alguns humanos descendentes de bruxos passados, agora a caçada para guerreiros que possam ajudar ambos os lados se iniciava...

Qual será seu lado ?

Sala de Interrrogatório

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Sala de Interrrogatório

Mensagem por Thor em Qua Out 29, 2014 5:17 pm



A Sala de Interrogatório é um grande salão enfeitiçado por sangue, os prisioneiros não conseguem realizar magias, enquanto os interrogadores sim.
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Re: Sala de Interrrogatório

Mensagem por Convidado em Sab Nov 01, 2014 4:34 am


I was lost when I had found you
Tagged: Klaus Wearing: THIS Soundtrack: Nickelback - Someday Credits Lari @ CG

As palavras de Klaus foram como um balde de água fria, ou melhor dizendo, como lenha na fogueira. Me virei para encará-lo, havia um brilho de raiva mas, também havia intensidade, desejo. Estava me controlando para não perder a linha. Adoraria socar aquela linda cara dele. Soltei a respiração com força. Ele adorava fazer com que eu me sentisse assim, com uma explosão de sentimentos sem nomes ao certo. Ouvia as palavras dele com os braços cruzados, como se soubesse usar algum poder. Revirei meus olhos e soltei o ar com força, tentando me acalmar. Aquele sorriso dele estava me irritando, era ridículo e mesmo assim não conseguia desviar o olhar dos olhos deles. Nem mesmo quando ele se aproximara. - Você não me conhece... - Sussurrei e novamente senti aquela sensação. Era sugada para perto dele como um imã, seu corpo inteiro vibrava e se eletrificava. O que diabos era aquilo? Deveria haver alguma explicação para isso, algo concreto que não fosse sentir algo por ele. Eu só sentia ódio. Não, eu não sentia ódio. Olhava fundo nos olhos azuis cristalinos de Klaus, estava me afundando literalmente e quando me dei conta do que estava acontecendo já era tarde demais. Os lábios do outro tocavam os seus e permiti me entregar por completa.
Abri meus olhos e me afastei um pouco, encarando-o sem entender de imediato. Meus pulsos estavam juntos e presos. Tentava movê-los mas, fora em vão. Olhei para Klaus aterrorizada. Ele me enganara? Me beijou apenas para me prender e se beneficiar? Eu não sabia o que diabos eu tinha feito. Esse povo levou mesmo a sério o fato de querer criar um círculo para quem não queria ter círculos? Suas mãos pousaram em minha cabeça, tentei me livrar de qualquer toque seu sem sucesso. Meu olhar era de fúria e dor, eu fui traída e me sentia uma completa tola por isso. A culpa era só minha por ter acreditado nesse homem. Sentia as lágrimas caírem de meus olhos com força, como se não já bastasse ter caído feito uma tola na conversa dele, ainda estava lhe dando o prazer de me ver chorar, mesmo que de raiva. - Não, não dói. - Falei, amargamente. Sentia meu corpo queimar de ódio ao ouvi-lo falar daquele jeito. Ele estaria ainda fingindo? - Você disse que eu não te odiava aquela hora e tinha razão. Eu te odeio agora e sempre irei! - Engoli em seco e virei o rosto, não suportaria encará-lo por mais algum segundo. Meu corpo estava tremendo. Medo, raiva, ódio, tristeza, tudo. Sentia que iria chorar novamente e dessa vez não era de raiva. Prendi o ar e fechei meus olhos. Ele pronunciara a mesma frase que os policiais falavam com algum criminoso, abri os olhos no mesmo momento e acabei rindo, olhando em seu rosto. Era sério isso mesmo? Associação com o círculo negro? Eu nem mesmo tinha escolhido um, como isso era possível? E outra, não tinha a menor ideia de como vim parar aqui, só sabia que me falaram desse lugar mas, não tinha noção de como viera parar aqui. Deixava escapar outro riso, revirando os olhos, entediada. Não podia apenas me jogar em uma cela? Tinha mesmo que ouvir toda essa ladainha barata desse homem? Senti o abraço de Klaus e tentei me afastar, era tarde demais, já estava sendo teletransportada para sabe-se onde. Provavelmente seria queimada em praça pública ou talvez ser ração dos cachorros de Klaus. Fechei os olhos e deixei o meu destino nas mãos do homem que me apunhalara pelas costas, ou melhor dizendo, pelos lábios.

Perdi totalmente a noção do tempo e nenhuma vez recebi a visita do suposto Klaus ou de quem fosse. Apenas me informaram que eu seria interrogada por uma mulher chamada Brenna. O mais estranho disso tudo era que ela é a minha irmã, engraçado não? Antes eu não havia uma única família e agora estava cercada por várias irmãs. Se ao menos ela pudesse alertar Diana para que me ajudasse e pobre Lee, ele deveria estar preocupado. Eu o amava, ao menos achava e eu fizera aquilo com ele por um homem que nem conhecera e ainda por cima me usou. A prisão parecia acolhedora nesse momento. Não tive chance de contratar nenhuma advogado, embora eles não tenham a noção do que seria isso. Respirei profundamente enquanto aguardava o dia do meu interrogatório. Eu não sabia o que dizer, poderia ser realmente morta por algo que não tinha noção. Eu precisava ver Lee ou Diana, eles tinham que me ajudar. Diana provavelmente preferiria me ver apodrecer ou até mesmo ser queimada. Brenna era minha última chance, embora eu ainda não a tenha visto ou falado com ela mas, ela era minha irmã, certo? Digo, eu ajudaria Diana mesmo ela sendo uma vadia. Porque no final, era isso que família fazia uma pela outra, se ajudavam. Por fim, me chamaram para ser interrogada. Estava ansiosa, nervosa e apavorada. Eu não sabia controlar nenhum poder mas, me alertaram sobre não conseguir utilizá-los no salão. Os meus passos eram curtos, observava o local com atenção, era enorme. Por um momento fiquei deslumbrada com o local, era muito lindo. Parei para observar direito, quando me dei conta os guardas também haviam parado. As algemas ainda estavam enfeitiçadas, embora não as visse elas existiam. Olhei a minha frente, respirando profundamente e jurei que se conseguisse me livrar dessa, iria voltar para Terra e ficarei bem longe de Klaus Kauffman.
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Re: Sala de Interrrogatório

Mensagem por Convidado em Sab Nov 01, 2014 11:18 am




I can tell you a little secrey




Brenna entrou no salão, vestindo um simples vestido de seda branca, de alças finas e longo o suficiente para cobrir os pés. Havia uma expressão serena em seu rosto, este interrogatório havia terminado antes de começar e sua missão ali era apenas explicar as coisas a sua irmã. Os guardas a mantinham em pé, desprovida de conforto. - O mago Santo, não havia exigido conforto máximo para sua prisioneira? - A voz de Brenna era suave porem forte e com autoridade, um dos guardas respondeu que sim e logo começou a se justificar. - Saiam, deixe-me fazer meu trabalho, uma vez que vocês cumpriram porcamente os seus. - Os guardas, principalmente os novos não sabiam como era lidar diretamente com os Santos ou com o Concelho e a bruxa não suportava isso.

Brenna caminhou ate Faye, a analisando, das irmãs eram as mais parecidas, os olhos verdes, os cabelos negros, o tom da pele. A intensidade no olhar, mostrando que não possuía medo de nada ou ninguém. - Liberis. - As algemas mágicas se desfizeram. - Brenna Chamberlain, mas crio que você já saiba disso. - Brenna estava bem próxima de Faye a abraçou. - Sou sua irmã mais velha Faye e tenho que lhe contar algumas coisas, umas farão sentido, outras nem tanto. Mas estarei aqui para lhe ajudar no que precisar. - A conselheira se afastou e com um aceno de sua mão conjurou duas cadeiras, uma para cada uma das irmãs Chamberlain. Fez um gesto com a mão para que Faye se sentasse.

Ela também o fez. - A primeira coisa que iremos conversar é que todas as acusações foram retiradas e não haverá interrogatório. - Começou dizendo. - O Mago Santo permitiu que eu vasculhasse sua mente e seu passado, em buscas das respostas que eu tiraria de você, e eu posso te dizer, que somente um homem apaixonado deixaria alguém vasculhar suas memórias, a dor que isso causa é incomparável. - Explicou uma pequena parte. - Ainda sobre sua prisão, na verdade você está livre. Porem a acusação de filiação ao Círculo Negro, da-se pelo seu envolvimento com Diana, nossa irmã. Eu tenho tentado contato com ela a muito tempo, porém nada foi possível. - Brenna fez uma careta de tristeza. - E eu sei que você não sabe quem lhe enviou para cá, eu senti quando você voltou. - Brenna explicou o fato de não ter sido criada pelos pais, que havia sido mandada para longe após seu nascimento, pois os pais ainda eram muito novos e não haviam se casado. Explicou também seu poder.

Eu sei que é muita informação para um único dia, mas temos que continuar. São tempos difíceis. - Disse e fez uma pausa, evocando o próximo assunto. - Cada entre nós, tratarei O Mago Santo, como Klaus, ok? - Um sorriso culpado se formava o rosto da bruxa. - Eu sei que você deve estar achando que ele lhe enganou, mas  o que ele fez foi apenas para lhe proteger. Ele sabe o quão lá fora pode ser perigoso pra alguém que não controla os poderes, Faye eu acho que ele te ama. - Brenna sabia que a irmã não iria aceitar isso facilmente, e se fosse como ela, estaria querendo matar Klaus a essa altura. Esticou o braço a irmã. - Ensinarei tudo o que você precisar, agora se quiser saber como sei que Klaus lhe ama, toque em minha mão, veja os pensamentos dele, assim como eu vi. Sinta o que eu senti e somente assim poderá julgar se o odeia de verdade. - A mão continuava esticada, um convite aberto.

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Re: Sala de Interrrogatório

Mensagem por Convidado em Seg Nov 03, 2014 4:04 pm


___________________
Tagged: Brenna Wearing: THIS Soundtrack: Nickelback - Someday Credits Lari @ CG

Pelo o que via da mulher vindo em minha direção, tive a certeza que nossa família não tinha os genes ruins. Ela era sedutora e emanava algo forte de si. Quem a visse poderia até dizer que éramos gêmeas, pisquei enquanto a encarava. O Mago Santo não era aquele homem desprezível? Deixei isso de lado e observei a morena. Então essa era a minha irmã? Claro que era, olha só mandando até mesmo nos guardas. Abri um sorriso de canto, algo me dizia que já gostava dessa mulher. Olhei para os guardas com um sorriso perverso e de quem sentia-se vitoriosa. Olhei novamente para ela e sorri. Uau, essa mulher era poderosa e incrível. É maninha, estou gostando a cada segundo mais de você. Ela então caminhou até mim e me liberou das algemas, sentia-me mais aliviada e sorri de canto. - Obrigada, isso era um saco. - Ela se apresentara como Brenna Chamberlain. Era um pouco difícil de me acostumar, ouvir seu próprio sobrenome em outra pessoa quando você pensava ser a única Chamberlain existente. Senti o abraço de Brenna e demorei um pouco para retribuir, quando a abracei fechei meus olhos com força, reprimindo as lágrimas. Eu tinha uma irmã mais velha. Eu tinha uma família e ela se importava comigo. Me afastei e a encarei, engolindo em seco. Vi duas cadeiras serem conjuradas e então notei que o assunto era realmente delicado, havia até me esquecido que estava ali para ser interrogada e possivelmente ser queimada viva. - Aposto que vocês nunca viram Harry Potter, ou teriam achado todo esse esquema de Salém século XVII meio ultrapassado. - Abri um leve sorriso e logo em seguida suspirei, sentando-me na cadeira e encarando minha irmã. Pisquei sem entender, como todas as acusações foram retiradas? Eu estava livre para ir? Meus olhos brilhavam de felicidade, eu devia a minha vida a Brenna, sem dúvidas ela era a irmã fodona. Fui novamente tirada de meus pensamentos ao ouvir Mago Santo, fiz uma careta, tínhamos mesmo que tocar nesse assunto? - Não acho que ele esteja apaixonado ou em primeiro lugar jamais teria feito o que fez. - Soltei o ar com força, encostando-me no encosto da cadeira. Poderíamos deixar esse homem de lado e seguir nossas vidas felizes? Mordi o lábio inferior, controlando a raiva que eu tinha desse homem e a observei falar que não iria ser pressa, meus lábios se abriram em um sorriso e logo se desfez ao ouvir que eu estava associada a Diana, soltei um riso alto e revirei meus olhos. - Diana é nossa irmã e não temos nada em comum se for o que estão pensando. Só falei que iria criar um novo círculo para aqueles que não queriam ter círculos. O povo daqui não conhece a palavra brincadeira? - Dei de ombros. Até parece que eu iria mesmo provocar um motim e causar a 3ª Guerra Mundial, ou seja lá o nome das guerras daqui. - Diana é um pé no saco, fique feliz por ter perdido o contato com ela. - Suspirei, cruzando os braços. Diana era uma vadia, mentirosa e a vadia das vadias. Olhei para Brenna e engoli em seco, havia tristeza em seu olhar. Não gostava de vê-la assim, até mesmo Diana. Era verdade, eu não sabia como vim parar em uma outra dimensão. Será que isso não era tudo um sonho meu? Ou melhor dizendo, meu purgatório? Ouvia a história de Brenna e cada vez mais sentia uma conexão com a irmã. Eu gostava dela mas, agora eu a admirava mais ainda. Sorri de canto, informação de mais? É, acho que consigo lidar com isso uma vez que quase fui morta. Dei de ombros, não me importando com tanta informação. Só queria saber como voltar para casa, mesmo que me magoasse deixá-las aqui. Olhei ao meu redor, procurando não deixar as lágrimas caírem e quando voltei a encarar Brenna, ela tocara no nome daquele ser. Bufei, revirando os olhos. - Sério que temos que falar sobre ele? Ele algum tipo de Deus ou sei lá o quê? - Olhei para ela com um sorriso sereno mas, cheio de raiva. Eu não achava, eu tinha certeza. Eu queria deixar logo Irmadim só para não cruzar com ele ou ver seu sorriso idiota, ou então aí sim eu seria presa. Presa por socar a cara do Grandioso Mago Santo. Soltei um riso abafado, sério mesmo isso? - Amar e Klaus não se encaixam na mesma frase, maninha. Entenda isso. - Dei uma piscadela, sorrindo. Algo em meu peito estava apertado e eu só queria não tocar no nome dele. Olhei para Brenna e vi seu braço esticado. Era possível ver os pensamentos dele? Engoli em seco e meu coração se acelerou, tinha medo do que poderia descobrir mas, havia curiosidade. Soltei o ar lentamente e então toquei em sua mão. Tudo passou como um filme no modo acelerado em minha mente e então larguei a mão de Brenna, assustada. Engoli em seco e limpei o canto de meus olhos, eu estava chorando? Pigarrei sem jeito e me levantei da cadeira. - Não importa mais. - Sussurrei e fiquei de costas para a mulher. Meu coração batia num ritmo desnorteado e minha cabeça latejava, eu só queria ir embora. Eu queria ficar bem longe de Klaus e esse sentimento que eu tinha por ele. - Quando eu posso voltar para Terra? - Perguntei com a voz fraca. Eu tinha que me despedir de Lee, eu tinha que contar tudo e ser sincera com ele. Ele fora uma das poucas pessoas que me ajudara e não podia enganá-lo. Eu gostava dele mas, não como amava Klaus. Essa palavra fez meu corpo todo se arrepiar e então sequei as lágrimas restantes, virando-me para Brenna com um sorriso fraco nos lábios, aguardando sua resposta.
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Re: Sala de Interrrogatório

Mensagem por Convidado em Qui Nov 06, 2014 5:53 pm




I can tell you a little secrey




Brenna a encarava, com ternura mais ainda sim séria, as acusações contra Faye haviam sida retiradas, entretanto havia ainda muitas coisas que deveriam ser discutidas. As regras de Irmadim eram sempre muito rigorosas e ate mesmo um tanto ultrapassadas, mas ainda eram seguidas e nem mesmo ela poderia quebrá-las sem as devidas consequências. Tentou entender o que a irmã mais nova dizia, mas era nítido que isso não era conseguido, a face de Brenna passava que ela realmente não entendia nada do que a outra estava falando. - Harry Potter? Quem é esse? Salem isso é um lugar? - As perguntas vieram rápidas e curiosas.

A mulher não conseguia acreditar nas palavras de Faye, anos como interrogadora, a fizeram a ver a verdade por trás dos olhos, de um modo que ela poderia dizer para a própria pessoa que estava mentindo, mesmo sem saber. - Entendo seu ponto de vista, você deu um voto de confiança e ele o quebrou. - Começou, dando um sorriso. - As coisas aqui são bem diferentes do que você está acostumada, vivemos tempos difíceis. Cada um age do modo como pensar ser o melhor, entretanto não estou aqui para unir vocês, mas não pode negar a existência de uma conexão. Conexão está muito mais forte do que qualquer outra na vida de ambos. - Estivera na cabeça de Klaus e podia ver isso em Faye, por mais que nenhum dos dois admitissem, se amavam.

Brenna abaixou a cabeça, estava diante de uma versão mais nova de si mesmo. Impaciente, implicante, com complexo de dona da verdade, por isso usaria de tudo o possível para mantê-la longe de problemas, mesmo sabendo que isso seria praticamente impossível. - Querida, novamente te digo, nossos mundos se divergem em muitos pontos. A existência dos círculos é a causa de vivermos deste modo. Sei que seu ideal de criar um novo círculo seria por fim a guerra, mas em mil anos ela não teve fim, não será uma criança que conseguirá. Peço, se ama sua liberdade, que nunca mais profira essas palavras, que nunca mais diga que criará um novo círculo, se outra pessoa escutar poderá ser o seu fim. E eu não conseguirei fazer nada. - A voz da bruxa havia se tornado séria.

Escutar uma irmã falando mal da outra, era uma coisa um tanto comum, mas a conselheira não tinha muito contato com as irmãs, nem mesmo com a Lilian, que assim como ela ocupava um dos lugares do conselho. Faye ainda sentia raiva de Klaus, e Brenna conseguia notar isso, principalmente no momento em que ela exitou tocar em sua mão e ver sua mente. - Goste ou não ele é um figura de autoridade. - Havia muitas coisas com o que se preocupar e dizer a irmã que havia muito mais do que ela via, ficaria para depois.

Finalmente a mais nova tocará na mão de Brenna, e como uma flecha as memórias passaram de uma mente para outra, Faye então começara a chorar, Brenna se levantou e a abraçou, a cabeça da irmã em seus peitos, enquanto ela afagava seus cabelos de modo maternal. - Chore, o quanto for necessário, isso lhe fara sentir melhor. - Disse de um modo protetora. Porém quando a fala veio, fora como um baque para Brenna, o que não importava mais? A pergunta rodeava a mente da mulher.

Então a pergunta que ela temia finalmente se fez presente. - Achei que teria mais tempo com você. - A mulher estava triste, queria conhecer a irmã de verdade, mostrá-la o lugar em que nascera e quem sabe diminuir o tempo que perderam longe uma da outra. - Infelizmente o portal foi selado, ninguém sai de Irmadim, ate que o Mago Supremo diga que sim, eu poderia lhe enviar, porem poderia ser morta, e acho que sou mais útil para todos estando viva. - Não estava negando nada a irmã, mas não poderia arriscar. - Fique aqui pelas próximas semanas, o portal será reaberto novamente, ate lá eu ensinarei tudo o que você precisa saber, como controlar seus poderes. E se nesse tempo você ainda não quiser ficar, eu lhe envio de volta. - A voz de Brenna estava baixa, o pedido era quase uma súplica.


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Re: Sala de Interrrogatório

Mensagem por Convidado em Sab Nov 15, 2014 12:23 am


___________________
Tagged: Brenna Wearing: THIS Soundtrack: Papa Roach - No Matter What Credits Lari @ CG

Arqueei o cenho, ela não entendia mesmo a brincadeira. Brenna era tão perdida sobre as coisas mundanas quanto eu era com as coisas irmadianas. Soltei o ar com força, revirando os olhos e então sorri gentilmente. - Deixa pra lá... - Sussurrei e então voltei a encará-la. Klaus havia feito exatamente isso, eu me sentia em pedaços. Sentia raiva, dor, estava magoada e traída. Nunca havia me sentido assim. Olhei para o lado, tentando disfarçar. Não, não estava quebrada. Faye Chamberlain jamais ficava mal por um homem qualquer, soltei a respiração e sorri, encarando a minha irmã autoritária. Acho que essa parte ela não me puxou nadinha. - A única conexão que terei com aquele homem é de um profundo ódio que ninguém mudará. - Sorri gentilmente. Falar sobre Klaus me deixava irritada e não queria falar sobre esse homem desprezível que eu cheguei a sentir algo. Eu mal o conhecia, não sei porque todo esse bolo de sentimentos sem nome ao certo. Cruzei meus braços, mordendo a ponta do lábio inferior. Olhava para o chão, Brenna sabia que não queria mais falar sobre isso. Levantei meus olhos encarando-a. Dois círculos que não são nada bons e só implicam com os moradores. Isso é tão ultrapassado. - Tudo bem, entendi, jamais falar sobre os círculos ou se quer brincar com povo. - Sorri de uma forma sarcástica, mas meu sorriso desaparecera. Brenna estava tão séria. Engolia em seco e assentia. - Eu sei, irei respeitá-o. Desde que ele fique a dez metros de distância de mim. - Sorri de canto, meu coração se acelerou só de imaginar Klaus por perto. Queria saber como ele estava e tinha tanta coisa para perguntar e falar ao homem. Iria bater, xingar e bater novamente, mas depois iria querer abraçá-lo e choraria ali mesmo. Estava assustada, estava em um lugar totalmente estranho e com pessoas que nunca viu em sua vida, mesmo sendo sua família. Parte de mim sentia-se em casa e a outra queria fugir para bem longe. Sentia o abraço da irmã e sorriu, sentia-se próxima de Brenna como nunca já esteve com ninguém antes. Se afastou, secando as lágrimas e sorrindo tristemente. - Chorar é perda de tempo. - Soltava um suspiro pesado e encarei novamente a mulher. Brenna parecia mais comigo do que Diana, me perguntava se havia mais familiares. Voltei a mim e pisquei, paralisada e com um pesar no coração. Abri a boca para tentar falar algo, mas nada saia. Eu queria ficar, ficar e tentar me dar bem, mas vamos ser sinceros, eu não me dava bem aqui. Passei a minha vida toda fugindo de tudo e de todos que era realmente difícil escolher ficar. Me aproximei de Brenna, parando diante de minha irmã e sorri gentilmente. - Tudo bem, eu ficarei. - Segurei sua mão com força. - Apenas por um tempo, agora vamos, quero conhecer o lugar. Qual é a senha do Wi-Fi daqui? - Perguntei, encarando-a com um sorriso maroto.
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Re: Sala de Interrrogatório

Mensagem por Convidado em Seg Nov 17, 2014 11:26 am




I can tell you a little secrey




A bruxa encarava a irmã mais nova, esperava do fundo de seu coração que as promessas feitas fossem cumpridas ao pé da letra. Ela não suportaria ser afastada de sua família novamente. Não agora, que estavam tão próximas de serem uma família de verdade, ainda havia Lilian e uma mais nova, Khristin, porem a última ela nunca havia visto. Sua família era repleta de segredos, assim como seu próprio nascimento fora envolto em segredos, o alto escalão magico, possuía ligação direta com os Chamberlain, a Maga Santa e uma Anciã, e um ramo da família que havia sido exilado há alguns séculos. As histórias não haviam sido apenas contadas para Brenna, ela havia as visitado, diversas vezes através dos anos, seu poder de controlar o tempo lhe dava esse benefício.

Tudo teria de se explicar com o tempo, tudo deveria ser dito, mas agora não era o momento. Tinha uma irmã para ensinar, costumes, regras, tradições e todo o resto. - Eu sei como é se sentir um peixe fora d'água. - Disse em seu tom sereno. - Assim como você fui mandada para longe, criada por outros. Mas isso apenas me deu força para ser quem sou hoje. - Brenna não era muito mais velha que Faye. - Cinco anos atrás eu estava no mesmo lugar que você está hoje, Faye. - Havia acabado de chegar a Irmadim, deveria provar seus poderes perante todos os tutores da academia, para ganhar a certificação de mestre, não só havia provado, como subjugado todos os demais alunos. - Daqui a uns dias, você começara a se sentir em casa, verá que nunca poderia estar em um lugar melhor.

Brenna então acenou com a cabeça para a irmã, sairiam juntas da sala de interrogatório, Faye já possuía seu próprio quarto na academia, uma cortesia do mago santo, mas isso a walker resolveu não revelar. - Existe uma outra Chamberlain no Conselho. - Começou com tom doce. - Não tão linda e poderosa como eu. - Disse jogando seus pesados cabelos para trás. - Mas você deverá conhece-la. - Disse com um tom um tanto sem animo. Não significava que Brenna, não gostasse de Lilian, mas não eram intimas. O que se mostrava diferente com Faye. - E você poderá cruzar com uma outra Chamberlain durante seus passeios pelo castelo, mas pouco sei sobre essa irmã mais nova, ela é mais nova que você. - A família estava crescendo e Brenna não sabia ate que ponto essa expansão seria boa.

Querida, não sei o que significa Wi-Fi, mas posso te mostrar algo bem legal. - Faye havia suportado um passeio entre as dimensões, então ela seria forte o suficiente para o que Brenna faria a seguir. - Não solte. - Disse enquanto agarrava a mão de Faye, com a mão livre rasgou o tecido da realidade, revelando o espaço entre as dimensões. Entrou e puxou Faye consigo, caminharam pela dimensão paralela durante alguns instantes, ate que finalmente saíram. - Aqui começa os andares dos quartos, o seu possuí seu nome na porta. - Disse enquanto soltava a mão da outra. - Agora eu tenho que ir, tenho uma reunião com o Conselho, mas em breve eu volto para começar a te ensinar o que prometi. - Se despediu da irmã com um beijo na face e um abraço bem apertado. - Te vejo depois e se cuida. - Do mesmo modo que chegaram ate ali, Brenna sumiu.

ENCERRADO PARA BRENNA E FAYE


valeu @ carol!

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Re: Sala de Interrrogatório

Mensagem por Convidado em Seg Nov 24, 2014 1:03 am



TURNO ENCERRADO

O turno foi encerrado, todo e qualquer post em continuação a este dia/evento será apagado sem aviso prévio.
O próximo turno se passara em EXATOS um mês após o anterior, então desenvolvam o personagem nesse tempo.
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Re: Sala de Interrrogatório

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