Hunter Witches RPG Brasil
Bem Vindo!

Em um mundo aonde uma profecia previu o nascimento de dois gêmeos cujo se confrontariam pelo poder do maior mago existente na história, o planeta terra fora atingido por um feitiço feito por um deles assim ativando poderes ocultos em alguns humanos descendentes de bruxos passados, agora a caçada para guerreiros que possam ajudar ambos os lados se iniciava...

Qual será seu lado ?

Panteão

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Panteão

Mensagem por Thor em Sab Nov 01, 2014 5:52 pm

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Re: Panteão

Mensagem por Convidado em Sab Nov 01, 2014 11:19 pm

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Peter estava sentado imóvel ao que pareciam ser séculos, em uma espécie de meditação, rezando aos Deuses por seus ancestrais e seus sucessores, pelas vidas na aldeia e todos os que haviam morrido durante o dia. O príncipe odiava batalhas e mortes, por este motivo não tinha se tornado um mago santo, por mais que tivesse poder para isso.

Cada vida para Peter era uma parte importante do todo que os Antigos Deuses haviam orquestrado, matar um ser era como quebrar a orquestra divina. Por esse motivo o loiro não aceitava que os plebeus se privassem de seus afazeres e o deixasse a sós. Queria estar em comunhão com os Deuses e os Homens. Por fim, após terminar suas preces, Peter então se levantou, caminhou ate parte externa do Panteão e encontrou Liv parada na porta do mesmo.

Então Liv, algo suspeito por aqui?

Perguntou a amazona, que era uma de suas amigas mais antigas. Muitos achavam que Olivia Dixon havia sido destinada a proteger Peter, mas o que ninguém sabia era que, em segredo a dupla seguia por Irmadim buscando pistas sobre os círculos, ou caçando da forma menos letal, pelo menos o príncipe, possível aqueles que quebravam a ordem.

La dentro está tudo normal, ninguém sabe do que está acontecendo, apenas comentando as mortes na Taberna.

Passou a informação que havia conseguido após tanto tempo de silencio, realizar preces era algo demorado, mas o tempo levado por Peter desta vez havia sido demasiado longo, e não era por estar confortável dentro do enorme templo de adoração. Estava atento, buscando as informações da forma mais antiga de todas, escutando a conversa alheia.

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Re: Panteão

Mensagem por Convidado em Dom Nov 02, 2014 1:35 am


❝ Silence is a good hiding ❞

Olivia vestira apenas uma camisa branca e um corpete, finalizando com a calça do uniforme e sua bota preta, que, por mais que fosse o padrão feminino e fosse feito para não chamar a atenção dos homens, chamava, ficando justo ao cobrir seu corpo. Era natural para a ruiva usar roupas daquele jeito, afinal, também usufruía disso para conseguir pistas e acabar com o que fora treinada para acabar. Fora até a frente do Panteão logo após o treinamento do dia na academia. Era hora de procurar por erros e concertá-los, junto de Peter, seu amigo, Príncipe e herdeiro dos Van Abel, que o conhecendo, estava pedindo por todos.

A ruiva sempre fora de ficar atenta as coisas que aconteciam a sua volta, mesmo não parecendo. Enquanto para uns ela estava apenas andando por ai como qualquer mulher ingênua, ela estava apenas esperando para ver algo fora do normal. Resolveu então entrar no local e esperar com que o loiro terminasse suas preces, o que não demorou muito. Sorriu ao vê-lo se aproximar.

- Não. Nada suspeito. - Disse olhando em volta para dar mais uma checada. - Sabe, essa calmaria disfarçada me deixa um pouco ansiada. Queria que seja quem fosse ou o que fosse, se mostrasse logo. Assim acabaremos logo com isso.

Começou a caminhar com o Príncipe, prestando atenção em o que ele falava e ao que estava acontecendo em volta, o que se resumia a nada.

- Não podemos deixar de prestar atenção nas mesmas pessoas em que já prestamos, Peter. Se sabem de algo ou não, eles não diriam descaradamente em público. A taberna foi mais um assunto para nos atrapalhar, mais uma vez temos um assunto que podem usar como camuflagem. - Bufou parando e cruzando os braços. - Acho que temos de procurar mais, quem procura acha, por mais que seja uma agulha no palheiro, temos de conseguir alguma coisa. Acha que a floresta é um bom lugar para procurarmos por algo?

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Re: Panteão

Mensagem por Convidado em Ter Nov 04, 2014 8:24 pm

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Para o loiro  era uma questão de honra por fim as guerras, por fim aos círculos. Havia perdido muitas pessoas importantes graças a ela, e agora que faltava tão pouco sua nomeação como Rei de Irmadim, queria ter como um de seus principais atos a extensão dos círculos.

Eu entendo bem, o que você quer dizer Liv, mas existe aquilo que não é dito. A exemplo da taberna: apenas alguém com alto poder poderia ter feito o que fez.

Matar vinte magos não era uma tarefa fácil, ate mesmo entre os membros mais fortes da academia, tal ato era visto como um alarde, como também limitava os que poderiam fazer tal coisa. Nas horas em que passou dentro do templo, ouviu várias vezes que um dos Santos estivera no lugar.

Nossa busca se reduz a seis pessoas, e são aqueles que devem nos proteger.

Dizia respeito a santidade, e a ele próprio. Porem os alibis da maioria deles eram completamente irrefutáveis. O príncipe estava com Olivia, o Supremo estava em uma conferência com os alunos, um dos gêmeos ainda estava na Terra. O que reduzia a busca para Orion e Alex, dois dos seres que mais odiava, os círculos. Klaus era sempre a maior oferta, já que havia sido criado no círculo negro; por última a Maga Santa, que ele mal conhecia.

Nossas buscas devem priorizar os Santos, ninguém além de nos se atreveria a investigá-los.

Peter caminhava com Olivia pelas ruas, observando atentamente a todos aqueles que cruzavam seu caminho. A maioria das pessoas paravam e os referenciavam, sorria e acene, repetia par si mesmo, andar pelas ruas era uma das coisas mais difíceis de serem feitas, pelos membros da Realeza, mas assim como em outras áreas, Peter sempre se desafiava.
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Re: Panteão

Mensagem por Convidado em Qua Nov 12, 2014 8:11 pm




 
Dois jovens, aparentemente comuns, conversavam em tom baixo, enquanto os passos eram seguidos com cautela e descrição através da viela atormentada pela noite, em pedras soltas e mal alinhadas em uma pequena extensão de segurança e negligencia. O silencio era absorvido pelo negro manto noturno que cobria cada pedra, pessoa e alma viva em uma extensão quilométrica, o som do sussurro equilibrado do jovem casal se misturava com as passadas leves e imperceptíveis nos blocos de concreto. Pessoas, poucas, a noite era fria e solitária, cruzam pelos jovens, acenavam e seguiam seu caminho, talvez jamais imaginariam que a ruiva fosse tão perigosa quanto a própria língua da mais cruel víbora rastejante seguindo, assim, de mãos dadas com o mais ardiloso dos feiticeiros.

A espreita, quase absorto pela escuridão, em uma das muitas cavidades arquitetônicas que o grande panteão ostentava, um homem, alto, e completamente vestido de preto, um chapéu de couro surrado sobre a cabeça, os contornos da face escondidos, sua identidade revelada apenas por um par de olhos azuis intensos, e que talvez, até eles estariam escondidos pelas sombras da noite.

_Tsc, tsc, tsc – O som estalou pelas vielas, como um eco agudo e profundo. – Sabe que é tarde para a família estar fora do castelo – Disse a voz arrastada e pouco clara, a rouquidão, como quase um chiado – Estávamos preocupados. – Mentiu o homem.
As mãos, sobrepostas na altura do tórax, os dedos cobertos por anéis antiquíssimos, que talvez só poderiam ser removidos cortando fora o metal nobre que ali jazia. Caminhou, lentamente, as botas de couro animal praticamente se arrastava pelo mármore empoeirado do chão histórico. Uma leve reverencia ao se por em frente ao casal, retirou, com cuidado o chapéu da cabeça, como uma espécie de comprimento, baixou a cabeça, como uma reverencia, revelando do topo de sua cabeça, uma cabeleira loura, em tons platinados, fios pálidos e mal cuidados, uma mistura, talvez de penteados étnicos e incompletos. Tornou a posição inicial.

_MiLady... – Acrescentou realizando uma volta completa, e curta,  com uma das mãos. Tornou então os olhos fustigantes e intensos para o sobrinho. Severo, e quase variante. Por um instante, encarou o vazio, fitando o espaço entre o Príncipe, e sua “Segurança”. Tornou então a falar.

_Deveria, eu,citar, os motivos, pelos quais, você... – De forma lenta, articulou os dedos compridos apontando erroneamente para o ombro do jovem, e após uma longa pausa continuou -...Está, fora, do Castelo?!
Caminhou pelo redor dos mais jovens, tornando ao seu local de origem. _Espero que... Tenha, um bom, e atraente, motivo.

Uma senhora, com roupas miseráveis e paupérrimas, então, atravessou por uma das vielas, cruzando por entre o grupo, Antony a ignorou, assim, como fazia com qualquer um dos plebeus que cruzassem o seu caminho.
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Re: Panteão

Mensagem por Convidado em Seg Nov 17, 2014 2:06 pm

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Haviam muitas coisas na cabeça de Peter, proteger a cidade, a coroação que estava próxima, o recente funeral de pai. Tudo isso o fazia ser mais adulto do que realmente deveria para a sua idade, mas em momento algum o príncipe se sentia obrigado, coagido ou qualquer coisa do gênero. Fazia pelo simples fato de gostar. Por isso estava na cidade e não trancado atrás dos muros fortificados da academia ou do fortaleza impenetrável que era o Castelo Real.

Em meios aos papos com Olivia, uma ave mensageira uniu-se ao casal trazendo o recado de que a Guarda Real precisava da presença da mulher que o deixou, o juramento de um Guarda Real era algo para toda a vida, homens e mulheres que dedicariam seus dias a proteção do Reino e daqueles que precisassem. Peter se despediu da amiga, sem poder experimentar o gosto da solidão.

Andava tranquilamente nas margens do Panteão, quando a presença inusitada se fez presente. O conjunto de vestes bizarras do tio, era sua marca registrada. A voz rouca e um tanto irritante de Antony chegaram aos ouvidos do príncipe como uma flecha envenenada. - Como se não soubessem que sei me cuidar. - Não fora uma resposta mal educada ou sem decoro, Peter evitava que o tio se prolongasse em seus discursos etéreos e sonolentos.

Peter então percebeu, que o homem falava sozinho, com se houvesse uma mulher presente a eles. - Tio, acho que devemos preparar mais poções, suas alucinações estão voltando. - A frase saíra em voz baixa, quase um sussurro. Estar com Antony era como voltar a ser criança, Peter sempre evitava o máximo em não caçoar do tio aluado, mas em momentos como esse, era praticamente impossível que isso não ocorresse. - Diga-me, tio. Quais são os motivos de eu estar fora do Castelo? - Assim como o tio, Peter se fazia de enrolado, perguntando aquilo que ele deveria responder.

Peter se aproximou do homem, falando em seus ouvidos. - Eu sou atraente, acho que isso é mais do que motivos, certo? - Sua voz era séria, em contra-partida com a situação cômica. - Ficou sabendo dos eventos lamentáveis que ocorreram na Taberna? - Perguntou, ansioso pela resposta. - Vim prestar meu luto e condolências aos entes dos finados, e pedir aos Deuses que livrem suas almas sofridas. - Não era mentira.  

ENCERRADO PARA OLIVIA
A pedido da mesma
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Re: Panteão

Mensagem por Convidado em Sab Nov 22, 2014 9:26 pm




 
Osom de palmas solitárias se espalhou com facilidade, definhando o solene silencio que a noite tecia estrela após estrela. As mãos ossudas produziam o som estalo após estalo, os anéis se colidiam levemente, talvez, até mesmo o som exaurido de ossos se chocando poderiam ser ouvidos. A leve risada seca, terminou em uma tosse seca e aturdida, o homem precisou de alguns segundos para repor o ar dos pulmões até que tornou a falar.


_Você?! Se cuidar? Agora, o reizinho é auto suficiente... – O tom ácido se fundiu ao deboche impregnado em sua voz rouca. Não que descresse do futuro Rei, na verdade, tinha total conhecimento dos talentos do jovem, entretanto desconfiasse da capacidade do sobrinho de realizar julgamentos sábios e lógicos.

_Poções... Sabe que não preciso disso... – O tom da voz tornou-se sério e arrastado, a expressão distante tornou a inundar seus olhos, e sua mente abusiva lhe revelou as represálias do  passado. Seu irmão lhe obrigando a engolir um liquido espesso, algo que calaria sua voz, e doparia a mente de um velho louco.

Permaneceu imóvel por alguns segundos, o semblante gélido e fixo em um ponto desconhecido na vasta imensidão. A voz distante do companheiro se tornou um emaranhado de cordas e voltas na grande roda da fortuna da vida. Descuidou-se por um instante, e seu corpo recebeu seu espirito andarilho do passado de volta. Levou alguns instantes até recobrar o sentido e repor seus pensamentos acerca da situação em que estava.

_Imagino... Que, o castelo lhe causa... Agonia? Devo... Confessar, a mim também – As pausas longas e quase musicais se estendiam tornando a conversa sonoramente entediante.  – E sim, - Disse com o dedo em riste, o azul dos olhos refletindo as poucas luzes tremeluzentes – Soube do fato da Taverna... Lamentável. Devo dizer que chorei quando soube. – Mentiu descaradamente. Qualquer um que tivesse o mínimo convívio com Antony saberia o quando o velho louco ignorava os menos afortunados.

_De fato, porque rezar pelos mortos?! Uma perda de tempo, enquanto existe tantos vivos pelos quais necessitam de sua atenção. – O sentimentalismo nulo e carregado de uma indiferença quase abusiva se desenhou com ferro e fogo no rosto envelhecido.

_Escute, filho. De fato, não me importo com o que faz com a sua coroa. Mas a coroa precisa de atenção, atenção que seu pai foi incapaz de atender.



A sinceridade pouco comedida praticamente vazavam pelos cantos dos lábios do homem, os olhos azuis se encontravam diretamente com o olhar sincero de seu sobrinho. A coroa precisava se sobrepor ao povo..
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Re: Panteão

Mensagem por Convidado em Seg Nov 24, 2014 12:59 am



TURNO ENCERRADO

O turno foi encerrado, todo e qualquer post em continuação a este dia/evento será apagado sem aviso prévio.
O próximo turno se passara em EXATOS um mês após o anterior, então desenvolvam o personagem nesse tempo.
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Re: Panteão

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